Muito se fala nos Direitos das Crianças, mas muitos podem não compreender a definição do conceito dentro dos espaços educativos, como o CMEI. Desde a Constituição Federal (CF, 1988) e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, 1990) reafirmam-se a criança como "sujeito de direitos", de acordo com a Proposta: Infâncias e Crianças em Cena: "isso representou um marco na história do atendimento à criança e uma vitória dos movimentos em defesa das crianças e adolescentes brasileiros, que até então viviam a 'marginalização' (...)". (SME, 2014, p. 17).
Nas ações pedagógicas desenvolvidas cotidianamente estas devem perpassar a garantia dos direitos de: provisão, proteção, participação, sociais, políticos, civis, humanos dentre outros, interligando os processos de aprendizagem e desenvolvimento através do trabalho com as linguagens e conhecimentos "garantindo que as crianças aprendem, desenvolvam e afirmem-se humanas" (SME, 2014, p. 16).
No decorrer deste ano de 2016, assim como nos anos anteriores, acontecerá a Avaliação Institucional, através do documento: Indicadores da Ação Pedagógica na Educação Infantil do Município de Goiânia, que dialoga com os seguintes eixos: Direitos das Crianças, Relações Humanas, Ação Educativa, Organização do Espaço e do Tempo, envolvendo toda comunidade educacional: crianças, famílias e profissionais (do grupo pedagógico e administrativo).
A garantia dos eixos podem ser percebidos, por exemplo, na forma que as famílias e crianças são recebidas na instituição, a organização dos diferentes espaços utilizados, no desenvolvimento de atividades significativas que objetivam garantir as crianças aprenderem, dentre outros.
As crianças desde pequenas participam e avaliam se seus direitos foram garantidos, as famílias são convidadas a contribuírem no processo avaliativo, principalmente indicando o que percebem no dia-a-dia, os avanços, dúvidas, sugestões etc. Destacamos a importância da participação de todos neste processo.
No cotidiano buscamos garantir em nossas propostas de trabalho ações pedagógicas intencionais promovendo as aprendizagens conforme orientações dos documentos da Educação Infantil.
E no agrupamento "B" não é diferente as crianças participam e avaliam os trabalhos desenvolvidos. Como? Utilizam da linguagem corporal: fala, choro, riso, birra, toque, sussurros, olhar etc para demonstrar seus interesses e necessidades.
Nas rodas de conversa e em diferentes momentos são ouvidas, questionadas, lembradas dos acontecimentos cotidianos do agrupamento e da instituição como forma de registrar a memória individual e do grupo. E para o trabalho com os Direitos das Crianças iniciamos apresentando os Indicadores de Qualidade e no decorrer do ano letivo estaremos oportunizando diferentes propostas envolvendo a Avaliação Institucional.

No trabalho com a obra literária "Vida de Criança", da escritora e ilustradora Ingrid B. Bellinghauser apresentamos às crianças situações lúdicas que devemos garantir a elas através da brincadeira elas aprendem sobre o mundo e se relacionam socialmente. A partir da leitura de imagens elas identificaram temas de interesse como: pipa, bola, pirulito, livro o que nos indica possibilidades de trabalho através da vivência dos elementos da obra que acontecerá no decorrer do semestre.
E para vivenciarmos a literatura de forma lúdica e concreta propomos às crianças a brincadeira com bambolês garantindo o Direito ao Movimento em Espaços Amplos e novas possibilidades de brincar, interagir com o ambiente e fazer novas descobertas.
E para vivenciarmos a literatura de forma lúdica e concreta propomos às crianças a brincadeira com bambolês garantindo o Direito ao Movimento em Espaços Amplos e novas possibilidades de brincar, interagir com o ambiente e fazer novas descobertas.
A turminha se divertiu com as possibilidades com o uso dos bambolês o que buscaremos garantir esse interesse em outras oportunidades.








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